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Faro

 

PCP promove tribuna pública em Faro,
pela defesa dos direitos dos trabalhadores e das populações,
incluindo o direito ao transporte público

 

TP Faro transportes pag

A situação criada pelas medidas de prevenção e combate ao surto epidémico levaram ao fecho de escolas, serviços públicos e a uma paragem generalizada da actividade económica na região e no país em geral.

No sector dos transportes rodoviários, detido em exclusivo na região pelo grupo EVA-Transportes, a decisão foi a de aplicar o regime de Layoff na empresa e reduzir em muito a oferta de carreiras rodoviárias.

Com as medidas de retoma da economia, com a abertura de serviços públicos e com o recomeço de aulas presenciais para os 11º e 12º anos, a procura dos transportes públicos também aumentou. Só que as carreiras não estão a ser repostas como dantes criando problemas à mobilidade dos trabalhadores, estudantes e populações que querem utilizar o transporte público para as suas deslocações.

A situação não vai ficar resolvida com a abertura de algumas poucas carreiras para o início do mês de Junho, exigia-se que a retoma da oferta fosse acelerada de modo a não prejudicar quem precisa de se deslocar. Aliás, os problemas da mobilidade, seja no Algarve, seja no concelho de Faro, são estruturais e reclamam há muito uma aposta estratégica no investimento e alargamento da oferta pública de transportes.

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Direccão Regional

 

PCP divulga no Algarve plano de emergência que propôs para o SNS

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O PCP realiza a 28 de Maio, por todo o País e no Algarve também, uma jornada nacional de contacto com utentes e profissionais de saúde junto dos hospitais, centros de saúde e outros serviços, visando a divulgação do Plano Nacional de emergência para o SNS que apresentou recentemente.

Como a vida demonstrou recentemente, o Serviço Nacional de Saúde revelou-se o único instrumento capaz de combater a epidemia do Covid-19. As populações algarvias tiveram a oportunidade de compreender que, por mais hospitais privados que se construam na região (financiados como sabemos com recursos públicos), por mais seguros de saúde que se possam contratar, é com o SNS e os seus profissionais que podem contar.

Quando está em marcha uma grande operação dirigida a partir dos grupos económicos do negócio

da doença, dos seus representantes políticos e propagandistas, que sempre quiseram a destruição do Serviço Nacional de Saúde, é um imperativo nacional, em nome da saúde dos portugueses, exigir o reforço do SNS por forma a garantir em pleno o direito à saúde.

Hoje, está claro que o SNS não só mostrou uma elevada capacidade de realização da sua missão, como está em condições, caso sejam reforçadas as suas condições financeiras, técnicas e humanas, de manter simultaneamente o combate ao coronavírus e recuperar a actividade suspensa e manter a actividade regular.

Entre outras medidas o plano de emergência apresentado pelo PCP comporta:

- Reforço das transferências em 25% do Orçamento do Estado para o SNS.

- Recuperar até ao fim de 2020 todos os actos que ficaram em suspenso ou foram adiados em resultado da resposta ao surto epidémico: actos cirúrgicos, intervenções de diagnóstico e terapia oncológica, vacinações e exames, e consultas de saúde materna, de saúde infantil e juvenil.

- Reforço dos recursos humanos do SNS: através do lançamento no prazo de 30 dias de um processo de contratação; garantia dos direitos destes trabalhadores, valorizando salários e carreiras.

- Concretização da criação do Laboratório Nacional do Medicamento Avançar rapidamente com a concretização (até ao fim do mês de Julho de 2020), da decisão já tomada na Assembleia da República de criação do Laboratório Nacional do Medicamento.

O Secretariado da Direcção da Organização Regional do Algarve do PCP

Faro, 27 de maio de 2020

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Direccão Regional

Comunicado da reunião da Direcção da Organização Regional do Algarve do PCP

O Algarve perante o surto epidémico: desenvolver a luta, reforçar o PCP, afirmar a alternativa

RDORAL face

 1- A situação no Algarve é hoje marcada pelo impacto do surto epidémico na vida económica e social. Às medidas de prevenção e combate no plano da saúde pública, somam-se as exigências para enfrentar as suas consequências no plano económico e social, avolumados pelo aproveitamento que o grande capital procura fazer da actual situação.

Confirma-se o papel insubstituível do Serviço Nacional de Saúde como o único instrumento capaz de combater a epidemia. Numa região onde se multiplicaram ao longo dos últimos anos os hospitais e clínicas privadas financiados à custa dos recursos públicos, bem como os seguros de saúde, confirma-se a importância do SNS e a necessidade da sua valorização para assegurar o direito à saúde por parte do Povo português. A concretização do plano de emergência para o SNS, apresentado recentemente pelo PCP, representaria para o Algarve o reforço do investimento nos profissionais e nas suas condições de trabalho, nas instalações e equipamentos, na rede de cuidados primários, no avanço para a construção do Hospital Central do Algarve, bem como, do novo Hospital de Lagos.

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