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Silves

MARCO JÓIA É O NOVO PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA DE SILVES

Marco Joía

A Coligação Democrática Unitária - PCP-PEV informa a população da Freguesia de Silves das alterações que se irão verificar no Executivo da Junta de Freguesia de Silves, devido à renúncia de dois dos seus membros.

No dia 19 de junho de 2026 foi entregue ao Presidente da Assembleia de Freguesia de Silves, o pedido de renúncia de Rodrigo Manuel Lamim das Neves, eleito Presidente da Junta de Freguesia pelas listas da CDU, por motivos de saúde, e de Gabriela da Silva Brígida, eleita Secretária da Junta de Freguesia pelas listas da CDU, por motivos profissionais.

A substituição dos dois eleitos será feita seguindo a legislação em vigor. Dessa forma, na próxima Assembleia de Freguesia, que se irá realizar no dia 30 de junho, tomará posse como Presidente da Junta de Freguesia de Silves, o eleito pela CDU, Marco António Baeta Jóia, 54 anos, nascido e residente na cidade de Silves, licenciado em Recursos Humanos, com vasta experiência autárquica nos diferentes órgãos do Poder Local.

Estas alterações asseguram a continuidade do projeto da CDU para a Freguesia de Silves, ao serviço da qual continuaremos a trabalhar com o rigor, honestidade e competência que nos caracterizam, para AFIRMAR SILVES!

Silves, 19 de junho de 2026
A CDU - Silves

 

 

 

 

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Faro
PCP defende que Fábrica da Cerveja se mantenha como espaço público
e reabilitado para usufruto da cultura farense
2026 FOT PCP face Fábrica da Cerveja 2
 

As recentes notícias sobre a eventual alienação da Fábrica da Cerveja, património municipal e um dos espaços mais ativos e emblemáticos da cultura algarvia, despertou a maior preocupação entre todos os que na cidade e na região têm, ao longo de mais de vinte anos, encontrado naquele espaço a possibilidade de desenvolver projetos nas mais diversas áreas.

O PCP considera ainda preocupante a eventual suspensão da atividade no edifício, tendo em conta que a Fábrica da Cerveja é o espaço da cidade, onde o direito à criação e fruição cultural teve porventura mais margem para se implementar, fruto de inúmeras experiências institucionais, associativas ou mesmo privadas que, nas últimas duas décadas foram explorando o potencial do espaço. Hoje, está consolidada e pelas evidências, confirmada a vocação cultural deste antigo espaço industrial, sendo também por isso que a comunidade reagiu de forma efusiva à possibilidade de perder o acesso e usufruto do local com a sua eventual venda.

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Direccão Regional

Sobre a dessalinizadora no Algarve e a necessidade de uma política alternativa para a água

PCP face Barragem

A situação de escassez de água no Algarve, que nos últimos anos assumiu particular gravidade, não pode ser desligada de décadas de políticas contrárias ao planeamento e investimento na gestão pública dos recursos hídricos da região, como o PCP tem vindo a alertar.

Para o PCP, a água é um bem público, cuja gestão deve permanecer na esfera pública, ao serviço das populações e do seu desenvolvimento. Qualquer solução, como esta da construção de uma dessalinizadora, deve ser avaliada com rigor e enquadrada numa política mais ampla, que assegure o acesso universal, a sustentabilidade dos recursos e a soberania sobre a sua gestão.

O actual ano hidrológico tem sido favorável, com precipitações elevadas, mas é um facto que os modelos de previsão climática apontam para uma tendência de maior frequência e intensidade de períodos de seca, exigindo respostas estruturais.

A instalação de uma dessalinizadora no Algarve é uma solução que não deve ser rejeitada à partida, mas é um investimento que levanta questões sérias. Seja pelos elevados custos de investimento e exploração, pelo significativo consumo energético, pelo reduzido contributo que poderá dar face às necessidades globais de abastecimento e pelos receios e dúvidas, já demonstrados pela população, pescadores e associações ambientais, sobre os impactos ambientais associados.

O PCP acrescenta a estas legitimas preocupações, a questão política do modelo de gestão já apontado para a infraestrutura, assente numa parceria público-privada. Este modelo, marca do governo PSD/CDS (e muito apoiada por outras forças políticas como a IL e o CH, mas também PS), levanta fundadas preocupações quanto à transferência de recursos públicos e ao controlo de um bem essencial para interesses privados.

Não é aceitável que, sob o pretexto da necessidade e urgência, se abra caminho à privatização da água, neste caso da sua produção.
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