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Loulé
 Pelo Direito ao Trabalho! 
  Em declarações vindas a público hoje, na comunicação social, e segundo António Pires de Lima, presidente da empresa de bebidas, a Unicer vai encerrar a fábrica de Loulé até final de Outubro, despedindo assim 64 trabalhadores. Isto segundo o próprio, em nome da competitividade e sustentabilidade da Unicer a prazo. Isto segundo o próprio, com garantias dadas aos trabalhadores de indemnizações acima da lei, integração na unidade de Santarém e serviços de outplacement para os que não puderem beneficiar dessa integração. 

Tudo isto é dito com a enorme desfaçatez de quem trata os trabalhadores, que são seres humanos com dignidade e direito a uma vida melhor, como peças descartáveis na engrenagem da exploração e do lucro. Isto porque as indemnizações não pagam um posto de trabalho com direitos, porque não nos parece concebível que trabalhadores com a sua vida e família organizada no Algarve se possam deslocar, e começar toda a sua vida, de novo, em Santarém, no caso da promessa de integração nessa unidade ser efectivada.

 

Este encerramento é mais um, dos vários a que se tem assistido na região, constituindo mais uma machadada no Direito ao Trabalho, no prosseguimento da destruição do tecido produtivo da região, já quase inexistente, e que compromete a cada dia que passa o desenvolvimento regional.

 

A Comissão Concelhia de Loulé manifesta a sua solidariedade para com os trabalhadores, apelando à mobilização dos mesmos e da população do concelho na luta pelo direito ao trabalho, luta essa que também terá prosseguimento na Manifestação do dia 18 de Outubro, no Parque das Nações em Lisboa, marcada pela CGTP-In.

 Os Trabalhadores e a População de Loulé podem contar com o PCP na luta por um concelho produtivo e desenvolvido.  

Loulé, 03 de Outubro de 2007

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Albufeira
Uma unidade hoteleira do Grupo Carlos Saraiva está em construção junto à Praia de S. Rafael mas recheada de várias ilegalidades. Não é a primeira vez que o PCP alerta as instituições e a população para situações deste tipo. Há cerca de dois anos denunciámos a destruição de dunas na praia de S. Rafael.  Agora, os grandes interesses insistem. Insistem na política da construção, do betão, trucidando tudo o que houver para trucidar em nome dos seus negócios. 

A Câmara Municipal faz uns números para sossegar a opinião pública, mas os interesses que se movem lá vão construindo o que querem, como querem e onde querem. 

A comissão concelhia de Albufeira do PCP afirma que é tempo de pôr fim a este estado de coisas. Onde estão os poderes públicos? Onde estão as multas? Se fosse um pobre a fazer alguma ilegalidade não haveria contemplações, mas como é o Grupo Carlos Saraiva lá se vai torneando tudo o que houver a tornear para que os seus interesses não sejam afectados?  

É urgente e necessário que as gentes de Albufeira olhem para o que se passa à sua volta e se unam na defesa de Albufeira.

Agosto 2007

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Monchique

   Arrasta-se desde algum tempo uma situação de instabilidade na Câmara Municipal de Monchique, resultante, na opinião da Comissão Concelhia de Monchique do PCP, num primeiro comentário:

Monchique

 

 Uma guerra de protagonismos pessoais e clientelares que nada têm a ver com os reais interesses dos trabalhadores e populações do concelho de Monchique;

De uma postura de quero, posso e mando, do sr. Presidente da Câmara, que realiza uma gestão do município onde pontuam traços de opacidade e de falta de cultura democrática, aliás, na linha do Governo PS que utiliza a sua maioria absoluta para realizar uma política de ajuste de contas com as conquistas de Abril; 

  1. De ânsia de poder que anima o PSD agora com um novo aliado, o ex-vereador do PS, para realizar a mesma política, representar e defender os mesmos interesses, como um e outro à vez, fazem ao longo de três dezenas de anos de Poder Local Democrático no concelho de Monchique. 
  2. Que tal situação, revela quanto necessário é, uma composição diversificada nos Executivos municipais, bem ao contrário do projecto de alteração da legislação para as Autarquias locais de Executivos monocolores, como é o negócio feito entre o PS e o PSD. 
  3. Que a presença e o reforço de eleitos do PCP, nomeadamente na Câmara Municipal, são uma garantia para as populações de uma gestão aberta, informada e participada. 
  4. Que a retirada de poderes ao Presidente da Câmara, mais do que fazer um golpe de estado palaciano, deve merecer um exame atento por parte de toda a vereação para permitir nas actuais circunstâncias governabilçidade da Câmara, sem prejuízos para o município e populações do concelho. 

Os trabalhadores e as populações do concelho, podem continuar a contar com o PCP, na luta em defesa dos seus direitos e interesses. Direitos e interesses esses, que nada têm a ver com a política ao serviço dos grandes interesses instalados, dos protagonismos pessoais associados a um manto de opacidade e negociatas, que ao longo dos anos tem sido prática dos mesmos: PS e PSD!

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  • Iniciativa do PCP valeu a pena
  • Contra a privatização de serviços públicos
  • Prosseguir a luta contra esta política é defender a região
  • AO de Olhão - Intervenção de Rui Fernandes
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