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Partido Comunista Português

Direcção da Organização Regional do Algarve


Eleições para o Parlamento Europeu: Paulo Sá integra a lista da CDU

 

Paulo Sá integra a lista da CDU que se apresenta nestas eleições para o Parlamento Europeu que terão lugar no próximo dia 25 de Maio e que é encabeçada por João Ferreira.

 

Paulo Sá tem 48 anos, é doutorado em física e professor na Universidade do Algarve. É membro da Direcção da Organização Regional do Algarve do PCP, membro da Assembleia Municipal de Faro e deputado do PCP na Assembleia da República eleito pelo Algarve.

 

Com uma intensa actividade política no plano regional e nacional ao serviço dos interesses dos trabalhadores e das populações, a integração de Paulo Sá na lista da CDU para o Parlamento Europeu é também uma forma de dar uma maior visibilidade na campanha eleitoral que se seguirá aos muitos problemas que atingem a região do Algarve, às lutas e aspirações dos trabalhadores e das populações algarvias e que são inseparáveis da exigência da derrota deste governo e da política de desastre nacional que está em curso.

 

O PCP confia na possibilidade de pela luta e pelo voto, incluindo já nas próximas eleições para o Parlamento Europeu, expressar não apenas o profundo descontentamento com o Governo e o conjunto de orientações que marcam a União Europeia, mas sobretudo, afirmar com o voto na CDU a exigência de ruptura e mudança, de um outro rumo e uma outra política para Portugal e para a Europa.

 

O Secretariado da Direcção da Organização Regional do Algarve do PCP

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Vila Real de Santo António

 

IX_Ass_VRSA

 

PCP realizou 9ª Assembleia da Organização Concelhia de Vila Real de Santo António

 

Inserida na acção geral de reforço do PCP, realizou-se no passado dia 22 de Março, sob o lema “Mais organização, mais intervenção, maior influência”, a 9ª Assembleia da Organização concelhia de Vila Real de Santo António.

 

Nesta Assembleia, procedeu-se à análise da realidade económica, social e política deste concelho, tendo-se concluído que Vila Real de Santo António é um território duplamente penalizado com a política de direita que o Governo e a autarquia impõem às populações e que se traduz num desemprego brutal, no agravamento das condições de vida, no abandono do investimento público e da vocação produtiva de VRSA, no incremento da exploração e empobrecimento que torna cada vez mais difícil a vida das populações, ao mesmo tempo, que alimenta lucros e privilégios para uma reduzida minoria.

 

Apontando um conjunto de propostas para o concelho que foram aprovadas por unanimidade e que constam da Resolução política desta 9ª Assembleia, centradas no desenvolvimento do aparelho produtivo, na defesa dos serviços públicos, na diversificação da actividade económica, na valorização dos salários e das pensões, na afirmação dos valores e dos ideais de Abril – quando passam 40 anos sobre a Revolução – a 9ª Assembleia confirmou o papel da luta dos trabalhadores e das populações para pôr fim ao governo e à política de direita que está a conduzir o país para o desastre e para abrir caminho a uma política patriótica e de esquerda ao serviço do povo e do país.

 

Nesta Assembleia foram ainda traçados objectivos orgânicos visando a intensificação da iniciativa política do PCP, assim como, os elementos centrais e programação da campanha para as Eleições para o Parlamento Europeu enquanto batalha política que envolverá não apenas os membros do PCP, mas muitos outros democratas e patriotas que integram a CDU e que aspiram a um novo rumo para Portugal e para a Europa.

 

Foi ainda eleita por unanimidade a nova comissão concelhia, com a seguinte composição: Álvaro Leal, António Filipe Parra, Cristina Brito, Elisabete Isabel, Hélder Martins, Isabel Vila Nova, João Rosa, José Cruz, Paulo Conceição, Tomás Ribeiro, Vanda Fernandes e Vasco Vasques.

 

A Comissão Concelhia de Vila Real de Santo António

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Comunicados de imprensa
PCP_AR

PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS

Grupo Parlamentar


PCP apresenta iniciativa legislativa contra a fusão dos hospitais de Faro, Portimão e Lagos num único centro hospitalar e pela melhoria dos cuidados de saúde na região algarvia


O Grupo Parlamentar do PCP apresentou, na Assembleia da República, um projeto de resolução (em anexo), recomendando ao Governo que:

  1. Ponha fim ao processo de fusão dos hospitais de Faro, Portimão e Lagos no Centro Hospitalar do Algarve, mantendo todos os serviços e valências nestes hospitais, e que atribua às unidades hospitalares algarvias os meios humanos e financeiros adequados à prestação de cuidados de saúde de qualidade;

     

  2. Faça o levantamento das necessidades de cuidados de saúde da população do Algarve, tendo em conta as suas características e critérios de acessibilidade e mobilidade e as condições sociais e económicas, com vista à apresentação de um plano integrado da reorganização dos serviços públicos de saúde, ao nível dos cuidados primários de saúde, cuidados hospitalares e cuidados continuados integrados, envolvendo na sua definição os contributos dos utentes, profissionais de saúde, autarquias e comunidade local.

 

O Governo tem vindo a desenvolver processos de fusão e concentração de unidades hospitalares por todo o país com base em critérios meramente economicistas que colocam em causa a qualidade dos serviços e a acessibilidade dos utentes aos cuidados de saúde. A coberto de uma pretensa utilização mais eficiente dos recursos disponíveis e de uma gestão integrada e racional da rede pública de unidades hospitalares, o real objetivo do Governo é a redução da despesa pública no setor da saúde imposta no âmbito do Memorando da Troica, assinado há três anos pelo PS, PSD e CDS.

 

No dia 17 de maio de 2013, com a publicação do Decreto-Lei n.º 69/2013, o Governo desferiu mais um golpe contra os cuidados de saúde na região algarvia ao determinar a fusão dos hospitais de Faro, Portimão e Lagos num único centro hospitalar: o Centro Hospitalar do Algarve. Esta medida mereceu a frontal oposição de vários órgãos autárquicos e de outras entidades da região, enquanto os profissionais de saúde e as suas organizações representativas foram marginalizados em todo o processo. Deste modo, a decisão de criar o Centro Hospitalar do Algarve ocorreu à margem e em confronto com as populações, os profissionais de saúde e as entidades locais.

 

Nos últimos meses, em consequência da criação do Centro Hospitalar do Algarve e da política de subfinanciamento crónico imposta pelo Governo, assistiu-se a uma acelerada degradação dos cuidados de saúde prestados na região, denunciada por utentes e profissionais de saúde.

 

Têm-se sucedido diversas manifestações, convocadas pela Comissão de Utentes do Serviço Nacional de Saúde, denunciando a degradação dos cuidados de saúde prestados nos hospitais do Centro Hospitalar do Algarve, tendo dado entrada na Assembleia da República, no início de fevereiro, a Petição n.º 335/XII/3ª “Defender o Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio (CHBA) e manter todos os serviços de especialidades, recursos humanos e materiais no Hospital de Portimão”, promovida por esta Comissão de Utentes e contando com quase 7.000 subscritores.

 

No passado mês de janeiro, cerca de 200 médicos assistentes hospitalares (em 230) do Centro Hospitalar do Algarve manifestaram a sua preocupação relativamente à degradação dos cuidados de saúde prestados à população algarvia, que se traduz, em particular, no adiamento de cirurgias programadas, na falta de material cirúrgico, nos atrasos na realização de exames complementares, na falta de medicamentos e na falta de material de uso corrente. Em fevereiro, a propósito de um episódio ocorrido no Serviço de Cardiologia, em que se constatou a incapacidade de marcação de um exame programado por falta de material clínico, e das declarações injuriosas proferidas pelo Presidente do Conselho de Administração contra os médicos desse serviço, um número ainda maior de médicos denunciava a situação de rutura vivida no Centro Hospitalar do Algarve, a qual “põe em risco a assistência médica à população algarvia”.

 

Desde o primeiro momento que o PCP rejeitou a opção do Governo de fusão do Hospital de Faro e do Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio num único centro hospitalar, tendo apresentado em julho de 2013 o Projeto de Resolução n.º 789/XII/2.ª “Contra a criação do Centro Hospitalar do Algarve e em defesa da melhoria dos cuidados de saúde na região algarvia”, o qual foi chumbado pelos deputados do PSD e do CDS, incluindo os deputados destes partidos eleitos pelo Algarve.

 

Oito meses depois da criação do Centro Hospitalar do Algarve, o PCP, tendo em conta o processo de acelerada degradação dos cuidados de saúde prestados nos hospitais algarvios e interpretando o sentir profundo das populações e dos profissionais de saúde, vem novamente propor o fim deste centro hospitalar.

 

Anexo: Projeto de Resolução 973/XII - Contra a fusão dos hospitais de Faro, Portimão e Lagos num único centro hospitalar, pela melhoria dos cuidados de saúde na região algarvia



 


 

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