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Vila Real de Santo António

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A maioria PSD na Câmara Municipal de Vila Real de Santo António rejeitou hoje, em reunião, uma proposta da CDU para que a SGU, empresa em extinção, não se desfizesse do prédio do Hotel Guadiana que comprou e recuperou com fundos do programa JESSICA, com o objetivo de criar uma unidade hoteleira de cinco estrelas.

A SGU quer vender a fração do prédio ao Banco Comercial Português, por cerca de três milhões de euros e solicitou à autarquia que não exercesse o direito de preferência, como é sua prerrogativa, por o edifício se situar na Zona Histórica Pombalina da cidade de Vila Real de Santo António.

O edifício foi expropriado pela Câmara Municipal, quando se encontrava em tribunal por litígio, ainda não resolvido, sobre direitos de propriedade, com a alegação de utilidade pública.

Neste edifício, foram investidos fundos públicos e fundos comunitários avultados para uma recuperação e transformação em unidade hoteleira de cinco estrelas, sendo apresentada como ex-libris na recuperação da imagem turística da cidade e do concelho.

Tudo está bem documentado pela propaganda pública em amplos cartazes e notas de imprensa, ao longo de anos, onde até se queria fazer crer que desta iniciativa dependia a continuidade do turismo do concelho.

A SGU encontra-se em processo de extinção por incapacidade financeira até 31 de dezembro de 2019, já aprovada pela Assembleia Municipal e os bens desta sociedade devem reverter para o património do município em 1 de janeiro de 2020.

Na proposta aprovada da câmara municipal, nem sequer existem ónus sobre a venda que salvaguardem a câmara municipal da desobrigação de quaisquer responsabilidades futuras a serem assumidas pelo município, caso a câmara venha a perder no processo de expropriação.

Nessa circunstância, foi solicitado à senhora presidente da Câmara Municipal, que é também presidente do Conselho de Administração da SGU, que retirasse a proposta de venda e a devolvesse à SGU para anulação pelo Conselho de Administração. Como tivesse sido negada essa solicitação, em alternativa, a CDU propôs que fosse votado favoravelmente o exercício do direito de preferência, entrando o valor proposto no ajustamento de contas final entre o Município de Vila Real de Santo António e a Sociedade de Gestão Urbana, em tempo de liquidação, proposta que o PSD também rejeitou.

O PSD endividou de forma grave o município, levando inclusive à intervenção do Fundo de Apoio Municipal e, por este caminho e abusando da sua maioria absoluta, o concelho de Vila Real de Santo António ficará endividado, sem património, impossibilitado de solver os seus compromissos e a população a pagar por décadas taxas máximas em todo os serviços. Até mesmo na taxa do carrinho, da capela para a tumba.

3 de setembro de 2019

 

Comissão Coordenadora da CDU

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Festa

excursões algarve 2019 agosto

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Direccão Regional

 

CDU entregou no tribunal a lista para o círculo eleitoral de Faro

Faro, 19 de Agosto de 2019

Entrega Lista AR CDU Algarve 19 Agosto 2019

Uma delegação da CDU, composta por Paulo Sá, deputado do PCP e mandatário regional da candidatura, Tiago Raposo e outros candidatos da CDU, entregou hoje, pelas 11 horas, no tribunal de Faro, a lista de CDU para o círculo eleitoral de Faro.

A escolha dos 14 candidatos da CDU pelo Círculo Eleitoral de Faro guiou-se por princípios, por garantias de compromisso e por uma premissa central:

Os candidatos da CDU são gente que está na política não para se servir, não para se promover, mas para servir os trabalhadores e as populações, para defender os seus interesses e aspirações, e para apresentar soluções e propostas que possam dar resposta aos desafios e aos problemas com que as populações do Algarve estão confrontadas. Soluções que contribuam para abrir caminhos de desenvolvimento e progresso na região.

São candidatos com uma profunda ligação à vida, aos movimentos dos trabalhadores e das populações. Homens e mulheres com provas dadas na luta pelos direitos, pelo desenvolvimento, pela defesa daqueles que vivem e trabalham nesta região.

É também uma lista onde a igualdade não é apenas um discurso de circunstância, com metade da lista a ser constituída por mulheres. Mas não estão lá pelo simples facto de serem mulheres. Estão lá porque são mulheres com provas dadas, com grandes capacidades e sobretudo mulheres de luta, tal como os homens que compõem a lista.

Nos nomes que a CDU apresentou podem-se ver as lutas dos trabalhadores da hotelaria, do comércio, dos trabalhadores da saúde, dos professores e investigadores, das mulheres, da juventude, dos pequenos e médios empresários, dos reformados. Candidatos que estiveram e estão na primeira linha da luta e da acção em defesa dos serviços públicos, como o direito à saúde ou o direito aos transportes públicos de qualidade, começando pela justa reivindicação da eliminação das portagens na Via do Infante, ou que são exemplos de entrega à causa pública, designadamente como eleitos no poder local. Nomes para dar continuidade e reforçar a intervenção ímpar que a CDU desenvolveu com o seu deputado nos últimos quatro anos no Algarve.

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