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Primeiro grande incêndio do ano (Aljezur) alerta para a necessidade de outra política para a floresta e o mundo rural

Aljezur Julho 2020

No final da passada semana, os concelhos de Aljezur, Vila do Bispo e Lagos foram palco do primeiro grande incêndio florestal em 2020 no nosso País, tendo ardido uma área superior a 2200 hectares. Estando ainda em apuramento a dimensão efectiva dos impactos deste sinistro, designadamente no plano dos bens materiais e para os quais se terão de encontrar respostas e apoios, pode-se adiantar desde já a destruição de importantes valores ambientais presentes neste território.

O PCP, ao mesmo tempo que saúda a rápida resposta dada pelos bombeiros e restantes entidades de protecção civil que impediram consequências mais trágicas deste incêndio, chama uma vez mais a atenção para as causas profundas e estruturais que estão na origem da frequente ocorrência de fogos florestais na região do Algarve e que evidenciam sobretudo fragilidades que resultam de opções de fundo de uma política contrária ao desenvolvimento e ao futuro do País e que são particularmente evidentes na região algarvia.

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PCP solidário com luta dos trabalhadores da cultura em Faro

O PCP marcou presença na acção promovida pelos trabalhadores da cultura que teve lugar em Faro, Lisboa e Porto. Junto ao Teatro Lethes, numa iniciativa promovida pelo CENA/STE que reuniu dezenas de artistas, técnicos, produtores, empresários e agentes/estruturas da cultura ouviram-se as reivindicações deste sector que, no Algarve, abrange milhares de pessoas, muitas das quais ficaram sem qualquer rendimento.

Por intermédio de Carina Infante Carmo, membro da Comissão Concelhia de Faro, o PCP manifestou a sua solidariedade tendo deixado aos presentes a seguinte mensagem:

“O surto epidémico do Covid-19 pôs a nu a devastadora precariedade laboral e desprotecção social que atinge fortemente os trabalhadores da cultura, do espectáculo e do audiovisual.

Subitamente e sem fim à vista, milhares de artistas, criadores, técnicos viram canceladas as suas vidas e os seus meios de subsistência, sem que o Estado os apoie devidamente nesta circunstância. Este é um problema que o PCP tem acompanhado de perto, inclusive com iniciativa legislativa na AR, prontamente chumbada pelo PS e toda a direita.

Vimos aqui prestar solidariedade a esta manifestação organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores de Espectáculos, do Audiovisual e dos Músicos- Cena-STE que traz para a rua a denúncia e a luta destes profissionais, também atingidos aqui no Algarve, cuja actividade económica é marcada pela sazonalidade.

Defendemos um apoio social urgente aos trabalhadores desta área numa situação particularmente aguda de crise e uma política bem diferente que altere as relações de trabalho e aposte no investimento público, a começar pelo Orçamento do Estado. Daí a justíssima reivindicação de 1% para a cultura.

Para nós, PCP, a democracia só é plena se incluir a democracia cultural, nas dimensões de criação e fruição. Se estas actividades são intermitentes e efémeras por natureza, a verdade é que é no espectáculo, no audiovisual, nas artes, na cultura que radica o que de há mais perene e poderoso: a capacidade de alargar as possibilidades do humano, a imaginação que cria outras formas de pensarmos e organizarmos o mundo.”

Faro, 5 de Junho de 2020

O Secretariado da Direcção da Organização Regional do Algarve do PCP

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PCP realiza ao longo de Junho acção de contacto com micro, pequenos e médios empresários no Algarve

IMG Comercio Faro

 

O surto epidémico que atinge o País e o Algarve, veio expor ainda mais e de forma brutal, as muitas fragilidades e problemas que atingem o tecido empresarial na região. Nestes meses, uma larga camada de Micro Pequenos e Médios Empresários-MPME ficou sem qualquer tipo de rendimentos face à suspensão das suas actividades, encerramento ou delimitação dos espaços onde as desempenhavam, ou ainda pelo desaparecimento ou significativa redução da procura e de clientes.

O Governo avançou com algumas medidas de apoio aos MPME, mas que são claramente insuficientes. Mais grave ainda é que muitos destes empresários foram excluídos de qualquer apoio. Ou porque tinham situações por resolver ou em resolução perante a Segurança Social, a Autoridade Tributária ou a Banca, ou na situação de milhares de sócio-gerentes que ficaram de fora dos critérios definidos pelo Governo, ou na exclusão do programa ADAPTAR de empresas em regime de contabilidade simplificada.

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