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Vila Real de Santo António
A saúde é um direito!

A Comissão de Freguesia de Monte Gordo do Partido Comunista Português, interpretando os sentimentos da população de Monte Gordo quanto ao estado e funcionamento da Extensão de Saúde, denuncia o facto de se manterem ainda as desumanas e degradantes condições em que se atendem os utentes da Freguesia.

 

Tratando-se, como é óbvio, de uma competência das autoridades de Saúde, a começar pelo Centro de Saúde de Vila Real de Santo António e Administração Regional de Saúde do Algarve e respectiva tutela, não se entende que os órgãos autárquicos, Junta de Freguesia e Câmara Municipal conhecedores desta situação, nada que seja público, tenham feito para fazer prevalecer os direitos dos utentes da saúde na Freguesia de Monte Gordo.

 

Nesse sentido, a Comissão de Freguesia de Monte Gordo do PCP decidiu lançar um Abaixo – Assinado dirigido às autoridades competentes exigindo o cumprimento dos direitos que a Constituição da República Portuguesa assegura em matéria de cuidados e acesso aos equipamentos de saúde.

 

A Comissão de Freguesia de Monte Gordo do PCP, apela a uma forte subscrição do Abaixo – Assinado, elemento indispensável para dar mais força a esta justa reivindicação da população da Freguesia.

 

Juntos temos mais força! A população pode continuar a contar com o PCP!

Junho de 2007                                                       

A Comissão de Freguesia de Monte Gordo do

Partido Comunista Português
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Festa

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O ALGARVE  NA FESTA DO AVANTE  

JORNADAS DE TRABALHO: 

7 e 8 de JULHO 

11 e 12 de Agosto

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Ordenamento
O Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade recusou prolongar o prazo de apreciação e discussão do Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa. Tal posição do ICNB é, na opinião do PCP, inaceitável e poderá conduzir a graves consequências para todos os que dependem da Ria para assegurar a sua sobrevivência. O PCP recorda que, desde o primeiro instante, alertou para um conjunto de problemas e preocupações, procurando assim contribuir para um POPNRF adequado à realidade multifacetada presente na Ria. De entre esses contributos, o PCP defendeu o prolongamento do prazo, com vista à promoção dos desejáveis consensos em torno do Plano.  Pelos vistos, esse não é o entendimento do ICNB. O PCP lamenta.  

O PCP reafirma que não aceita um POPNRF que afaste as pessoas e comprometa o seu futuro.

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